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FÉ EM DEUS!

  • 22 de abr. de 2017
  • 4 min de leitura

“O tolo cruza os braços e destrói a própria vida. Melhor é ter um punhado com tranquilidade do que dois punhados à custa de muito esforço e de correr atrás do vento .”

(Eclesiastes 4.5-6, NVI)

O mal do século se chama ansiedade. O irmão deste se chama desânimo. O primo-irmão, parente próximo, se chama preguiça.E essa família não é das melhores, não...

É incrível ver todos os dias adolescentes e jovens se entregando a banalidades que levam à destruição, como é o caso na atualidade da “brincadeira da baleia azul” (se é que se pode chamar assim algo tão destrutivo). Tenho visto nos últimos anos, em minha experiência como pastor de jovens e adolescentes, que uma grande maioria dos desastres ocorridos simplesmente acontecem porque os envolvidos “cruzaram os braços”. Ou seja, se entregaram no meio do caminho.

Sabe aquela última volta, aquele finalzinho de corrida em que o atleta vai puxar todo o seu fôlego para dar o “máximo de si” e assim, quem sabe, alcançar o primeiro lugar? Então... Esses adolescentes nem saíram do lugar, os jovens, nem sequer participaram da largada. Parecia não haver interesse na corrida. Isso é assustador porque a Palavra de Deus possui promessas para todos nós que vão de encontro a esse tipo de comportamento.

A Bíblia diz que Deus oferece novas forças àquele que não possui nenhum vigor, a palavra garante um Deus que tem prazer em abrir os olhos aos cegos! Mas observe! Esse mesmo Deus, também faz o paralítico andar, faz o coxo saltar de alegria. Por incrível que pareça, a própria tristeza salta de alegria na presença de Deus.

Se hoje você se encontra pronto a desistir, se você usou o restinho de força que ainda lhe sobrava para ler esse texto... Eu quero lhe contar que existe um Deus bem perto, muito perto de você nesse momento. Esse Deus verdadeiro quer renovar as suas forças e mudar seu humor, Ele pode até mesmo mudar a sua história. Ele quer lhe dar novos sonhos e renovar suas esperanças. Ele quer que você coma não apenas aquilo que lhe satisfaz, mas também o que o deixa com um sorriso no rosto! Vou explicar essa minha última afirmação:

Há muito tempo atrás eu já era pastor mas estava passando por uma situação um pouco difícil. Não havia feito as contas da maneira certa e havia gastado um pouco mais do que recebia. Quem nunca errou assim, que atire a primeira pedra! Nessa época eu estava desempregado e era apenas voluntário na igreja. Um dia, pregando, um empresário do ramo de construção me perguntou depois do sermão: - Pastor o senhor sabe onde fica “tal supermercado”? Eu respondi, - Sei sim irmão. Então ele me orientou que no outro dia fosse ao local e comprasse o que eu precisava de alimentos para a minha família. O empresário e outro irmão já haviam combinado de me abençoar, ou seja, pagar as compras.

Eu fui para casa, orei com minha esposa e fizemos uma lista de compras do que precisava. Não queria parecer abusado. No outro dia, eu fui ao mercado, e a minha lista resultou em “meio carrinho de compras”. Também peguei algumas fraldas para a Laura, e esperei pelo irmão para passar no caixa. Quando o irmão chegou ao supermercado, me disse: - Não pastor! Eu quero que o senhor “encha” dois carrinhos de compra no mínimo. Um é presente meu, outro será presente do “outro irmão”. E agora? Pensei comigo. Eu fiquei tentando explicar que não precisava, que eu tinha feito uma lista junto com a minha esposa, com as necessidades, que era o suficiente!

Para resumir a conversa, eu fui convencido a pegar mais coisas e então repeti a lista, completando assim a outra metade do carrinho com os mesmos itens da lista original. Mesmo assim, não “dava” dois carrinhos de compra. Quando o irmão notou isso, ele se transformou de nervoso. Seu rosto ficou vermelho, e ele pegou outro carrinho vaziou “com vontade” e quase gritando, falou assim: - Vou ensinar o senhor a fazer compras! Gosta disso? Ele perguntava. Eu, constrangido, respondia: Gosto, sim senhor... Sim, como isso também, sim.. gosto... e assim ele lotou o carrinho de coisas “gostosas”. Coisas que eu não precisava basicamente, mas com certeza, se eu tivesse dinheiro sobrando, compraria.

Aprendi duas lições. Primeiro: nunca discuta com um irmão mais forte que você, ao fazer compras, principalmente se ele estiver lhe abençoando. Segundo: nunca inverta as prioridades. Sou apaixonado por livros, mas não tiro o pão da boca dos meus filhos para comprá-los. Ao mesmo tempo, naquele dia, foi Deus que inverteu minha lista. Eu busquei o básico, Ele me deu tudo o que eu precisava e queria. Diante disso, aprendo que a ansiedade nada traz a não ser desânimo. Que a preguiça nada traz a não ser decepção e que Deus tem a cura para isso tudo!

Seja fiel no pouco, sobre muito ele o colocará! Deus tem solução para todos os seus problemas, Ele é especialista em resolver impossibilidades. Tenha fé!

 
 
 

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